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sábado, 30 de novembro de 2013

Ministério da DEFESA

Aconselho a todos que desejam entender um pouco o mercado de trabalho para DGEI a lerem o seguinte artigo a fim de entenderem melhor como funciona e o que faz o Ministério da Defesa.
Apesar de ser formado por militares e pelas Forças Armadas, os civis também possuem papel muito importante e as informações seguintes podem explicar um pouco como funciona:

http://www.cgu.gov.br/publicacoes/prestacaocontaspresidente/2011/Arquivos/Parte-IV/4.7.pdf

Pode ser chato ler tudo, eu sei.
Mas faculdade é ler.
Em DGEI, tem que ler muito se quiser ser um bom profissional.
Comecem a praticar o quanto antes processos de leitura dinâmica.

Boa noite a todos!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fotos III SDGEI

Por: Dominique Marques - Aluna de Roraima apresenta seu trabalho vencedor
Por: Dominique Marques - Entrega do prêmio
Por: Dominique Marques : Plateia
Por: Dominique Marques - Palavra da coordenadora do curso de DGEI, Maria Isabel



Por: Dominique Marques 

Por: Dominique Marques 
Por: Carolina Brandão

Por: Dominique Marques - Coffee-Break Final

Por: Dominique Marques

Por: Dominique Marques 

Por: Dominique Marques 



Por: Dominique Marques - Plateia com a presença de duas organizadoras do evento


Por: Carolina Brandão - Organizadores do evento 
Finaliza-se então a III SDGEI.
Um parabéns a todos e até ano que vem!
IV SDGEI.

Curtam a SDGEI nas páginas:

https://www.facebook.com/semana.dgei?fref=ts


https://www.facebook.com/SDGEI?fref=ts

Uma visão sobre as palestras

Um resumo das palestras:

A semana contou com a presença de alunos de DGEI e interessados, fora do curso.
A maioria dos palestrantes compareceu e tenho certeza de que as palestras foram importantes para agregar conhecimento a todos os presentes.
Embora nosso curso seja distinto da área militar, ainda temos que adquirir muito conhecimento vindo de quem sempre esteve com a permissão de cuidar de Defesa.
Defesa é um assunto muito sério para ser objeto de cuidado apenas dos militares, afinal, os civis comandam as presidências dos 3 poderes.

O palestrante Frank Márcio da ABIN salientou que a ABIN pode ser o destino de muitos dos graduandos em DGEI. Também disse que espionagem sempre se trata de algo secreto e que, na teoria, é muito bonito dizer que não se faz espionagem, mas que na prática, todos já sabem que existe a espionagem como aconteceu nas acusações aos Estados Unidos recentemente. É uma questão de estratégia. O campo cibernético, as informações de sites é o único local onde os Estados Unidos não possuem soberania, então, eles acabaram por optar usar dessa estratégia para continuar mantendo sua homogeneidade.
A opinião dele é que mesmo parecendo que uma atitude que venhamos a tomar não afete a ninguém, ela sim, afeta de fato e que, por isso, o melhor é sempre agir corretamente, cada um fazendo a sua parte.

Alunos de DGEI dentro dos territórios militares
Muitos dos alunos de DGEI já participam de grupos de pesquisa na EGN, onde lá também participam de diversos jogos onde ocorre a simulação de casos específicos relacionados a Defesa ou outros assuntos.
Logo, tentarei fazer uma entrevista com pesquisadores da Escola de Guerra Naval (EGN) para explicar melhor a atividade destes alunos lá.

Como grande destaque na área mais diplomática, temos a última mesa, que tratou das questão das Malvinas, com a presença do Cônsul Argentino Sebastian D`Alessio.
                                         Por: Carolina Brandão


Tivemos a introdução do assunto com o nosso Professor Eduardo Crespo e o desenvolvimento com o palestrante Lucas Barreiros, de Harvard.
Foi salientado que o povo residente neste território (2 mil habitantes) tem o direito de se sentir argentino ou não e que no último censo realizado, foi perguntado aos habitantes como se sentiam, se se sentiam argentinos ou ingleses.
Mas que também, por direito, este território é sim, argentino, devido aos Tratados já pré-estabelecidos ao longo da história e que, os países do cone Sul, deveriam se unir para fortalecer a Argentina neste caso, que se torna uma questão regional, visto que seria uma grande perda um controle europeu em mares sul-americanos. É uma questão estratégica de Defesa para a própria região como um todo.





Palestrantes da III Semana de Defesa - IIISDGEI

A III Semana de Defesa contou com a participação de palestrantes e minicursos.
Dentro os palestrantes, estiveram presentes:

- Ten-Cel Eduardo Migón (ECEME)

- Cel Rafael Mallorca (ECEMAR) - Desafios para a Defesa no Séc. XXI



- Miguel Borba (UFRJ)

- Maira Siman (PUC-RIO)                         - Intervenções militares do Brasil no exterior: O caso da                                                                                                              MINUSTAH
- Ten-Cel C. Alberto Cavalcanti



- Cel Leite (UNIFA) - O pré-Sal na China pela perspectiva chinesa


- Juliana Foguel (UFRJ)

- Renato Grigorovski (Corpo de Bombeiros)              -   Gestão de Crises

- André Franco (ACADEPOL)

- Antônio Bodestein (UFF)



- Felipe Medeiros (Altrius Group) - Empreendedorismo em Defesa

- Frank Márcio (ABIN) - Atuação da ABIN na Defesa dos interesses nacionais

- General Megid - Operações Interagências



- André Beirão (EGN)

- Thomas Heye (UFF)    
                                                         Pós-Graduação em Defesa e Estudos Estratégicos para civis
- Adriana Marques (ECEME)

- Cel Leite (UNIFA)



- Ana Garcia (PUC-RIO) - A internacionalização de empresas brasileiras

- Jairo Soterio (EMBRAER) - Defesa e Segurança

- Walfredo Bento (AMAN) - Guerra Cibernética



- Ariel Mendonça (ABIN)

- Miguel Borba (UFRJ)                        - A comunidade de inteligência brasileira: Espionagem para quê e                                                                   para quem?
- Henrique Paiva (UFRJ)



- Dr. Eduardo Sol (UNIFA) - Estabilidade Regional na América do Sul
- Almirante Campos - Uma visão da China



- Lucas Barreiros (HARVARD)

- Eduardo Crespo (UFRJ)                            - A questão das Malvinas, um assunto de Defesa argentino,                                                                            regional e Global

- Cônsul Sebastian D´Alessio (Argentina)


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

III Semana de DGEI, parte 1






A III Semana de Defesa é um evento criado por alunos e para alunos de DGEI, aberto ao público interessado, é claro.
A semana foi muito importante para abrir os horizontes de todos os presentes.
Com palestras desde o período da manhã até as 19 horas, o evento também contou com mini-cursos muito interessantes.
Aqui encontram-se algumas fotos do local do evento, no auditório Roxinho, no CCMN, Campus do Fundão - UFRJ
Em breve postarei um resumo do evento!

Aguardem!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Entrevista com Rafael Felício Jr.

Um dos meus objetivos neste Blog é expor a visão dos alunos a respeito do curso.
Acho interessante expor artigos sobre assuntos relacionados ao tema de defesa, política internacional, economia, ou qualquer coisa que tenha a ver com o que estudamos, porém, ainda não é este o foco neste Blog. Gosto da ideia de ser um Blog expositivo do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional (UFRJ), justamente para sanar dúvidas dos interessados.

Desta vez, fiz uma entrevista com um aluno de DGEI.
Escolhi este aluno devido ao fato de ele já ser graduado em outro curso, no caso, Direito e então, saber dele por que veio para o curso de Defesa, quais seriam as vantagens que ele enxerga no curso, quais os problemas, qual sua expectativa, enfim, o porquê de ter escolhido DGEI.

Rafael Felício Jr. tem 33 anos e é aluno de DGEI desde 2011.1, formado em Direito em 2007 e curte fazer vestibulares para não se sentir enferrujado.
 Certa vez decidiu fazer o enem e não resistiu ao jogo de "ver no que passo" na lista do SISU, então, escolheu a cidade, no caso, Rio de Janeiro e ficou sabendo do curso de DGEI.
 Ele disse já haver um interesse pelo assunto desde antes e quando ficou sabendo, decidiu se inscrever.  Citou o fato de haver na época ainda assim, poucas fontes sobre o curso e ter pesquisado muito a fundo no site da própria UFRJ para descobrir um pouco sobre as ementas das matérias.
 Devido a falta de informação, Rafael pensou que o curso de DGEI era um curso tecnólogo.

O curso de DGEI passou por uma mudança de grade em 2012.1 e Rafael diz que preferia a grade antiga, mas que, mesmo assim, está aproveitando o curso atualmente e também, que foi muito bem recebido pelos demais alunos.

Algo que conversamos foi sobre as matérias que estudamos atualmente com a grade nova.
Rafael pensa que deveria haver mais matérias relacionadas especificamente à Defesa, pois estudamos economia, política, história, política internacional, e por exemplo, falta algo mais específico de Defesa.
Não significa militarizar o curso, porém, explicar melhor como são os instrumentos de Defesa do país, algo técnico mesmo.

"Falta falar mais de Hard Power, Forças Armadas ou armas. Um ministro da Defesa deve entender desse tipo de assunto."

Rafael deseja um dia se tornar um ministro da Defesa e disse que o conhecimento é o primeiro passo, daí a importância de conhecer o lado mais técnico de Defesa.

Como ministros são nomeados, perguntei se ele acredita se o curso de DGEI poderia complementar sua atuação no Direito e ele respondeu que no máximo ajudaria caso ele viesse a trabalhar com Direito Internacional um dia, mas que, atualmente, trabalha com Direito Civil e Direito Administrativo, porém, certamente ajuda em seu objetivo profissional.

Perguntei também se ele sente falta de matérias que mostrem mais nossos aprendizados na prática e ele respondeu da seguinte forma:

"Prática é fundamental para que a gente possa solidificar os conhecimentos teóricos. Até em Direito a prática faz falta. Os processos demoram muito e então, os estudantes chegam crus no mercado."

Ele citou que professores como Larissa Roseviks, de geopolítica, fazem iniciativas legais, como incluir cartas e mapas em aulas.

Eu, Dominique, particularmente, citaria também a aula de Gestão de Crises, matéria do 7º período, onde vemos a prática em sala de aula, com simulações semanais de gestão de crises, matéria administrada pelas professoras Ana Luiza Paiva e Juliana Foguel.

E então, esse foi o bate-papo que tive durante a III Semana de Defesa, que está acontecendo essa semana no prédio CCMN, UFRJ, Campus do Fundão.

Logo, postarei informações da Semana, com fotos do evento para os interessados.
Por enquanto, acompanhem a página do Facebook:

https://www.facebook.com/semana.dgei?fref=ts

E é isso. O importante é compartilhar experiências e acrescentar as ideias de outros a nós mesmos.

Andei lendo em um livro de psicologia que uma das formas de se atingir a felicidade é abrir-se a experiências novas. Só assim a pessoa consegue descobrir do que ela realmente gosta e assim, trilhar seu próprio caminho de felicidade. A felicidade está presente quando o ser humano "nasce" enquanto ser individual, quando ele descobre o que quer fazer durante sua vida. Os demais, estarão expostos a uma possibilidade de frustração particular, por assumirem uma postura obediente a modelos externos à sua própria individualidade de evolução pessoal.

Há quem experimente o novo. 
DGEI!

Desbravadores de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, um parabéns a nossa semana e boa noite!





quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Últimas chamadas III Semana de DGEI

http://www.semanadefesa.com.br/

PROGRAMAÇÃO JÁ NO SITE:

http://media.wix.com/ugd/a36564_a7eb8e9f6e2146fbb8bcc0bd60f99a47.pdf

Terceiro Período de DGEI

SEGUNDA FEIRA

SISTEMA INTERESTATAL CAPITALISTA - 17:50 - 21:50
PROFESSOR MIGUEL BORBA DE SA
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4230480Z2

TERÇA FEIRA

HISTÓRIA DOS GRANDES CONFLITOS - 17:50 - 21:50
PROFESSORA MARIANNA KALIL (Currículo Lattes já citado)

QUARTA FEIRA

HISTÓRIA DOS GRANDES CONFLITOS TURMA B - 13:50 - 17:50
PROFESSORA MARIANNA KALIL

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA II - 17:50 - 21:50
PROFESSORA MARIANNA KALIL

QUINTA FEIRA

INSTITUIÇÕES JURÍDICAS INTERNACIONAIS - 17:50 - 21:50
PROFESSOR ELIDIO ALEXANDRE BORGES MARQUES
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4211655A3

SEXTA FEIRA

ESTUDOS MIGRATÓRIOS - 17:50 - 21:50
PROFESSORA ANA LUIZA BRAVO E PAIVA
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4146632A3

Integração Regional

Hoje vou fazer diferente.
Como forma de mostrar o que aprendemos, vou mostrar um resumo explicativo para a prova de hoje, de Integração Regional, matéria do 4º período de DGEI.
Logo, coloco a ementa desta matéria, junto com os horários do 4º período.

Aprendemos que Cooperação é diferente de Integração entre países.
Uma cooperação busca reduzir qualquer perda, harmonizar políticas e reduzir discriminações entre os países cooperantes.
Não possui instituições para mantê-la, enquanto a Integração necessita destas instituições para existir.

Partindo de Cooperação e indo até o nível de Integração, temos os seguintes passos:

1) Zonas de Preferência Comercial
2) Zonas de Livre Comércio
3) União Aduaneira
4) Mercado Comum
5) União econômica e Monetária

O nível de comprometimento vai aumentando do 1 ao 5.
Como exemplo de Zona de Livre Comércio, temos o NAFTA. E exemplo de União econômica e monetária, temos a União Europeia.

A União Europeia foi a mais bem sucedida até hoje.
Porém, para se manter uma integração, é preciso jogo de cintura para lidar com tantos problemas e ainda assim se manter de pé.
Alguns exemplos de quase fim da UE, são o espaço Schengen, que permite a livre circulação dentro dos países membros de habitantes nativos de qualquer país da UE e outro é a recente crise econômica.
Recentemente, a Itália aceitou receber refugiados da primavera árabe, através da Ilha de Lampedusa. Estes refugiados, uma vez dentro da UE, foram para outros países, o que gerou crise, pois outros países questionam o fato de a Itália ser responsável por estes imigrantes e não, eles, embora seja ético no sistema Internacional receber refugiados.

Os processos de Integração ganharam destaque no pós segunda guerra, de forma a evitar disputas comerciais que viessem a causar novas guerras.

Uma integração pode ser binacional, regional ou multilateral, dependendo do alcance geográfico.
Também são divididas em Deep Integration e Shallow Integration. O que diferencia uma Integração Profunda de uma Integração rasa, é o nível de comprometimento entre os países integrados.
Em uma Deep Integration, assuntos como educação, trabalho e colaboração fiscal se tornam um só interesse entre os países membros.

Dizemos que o Mercosul é uma cooperação Lato Sensu (literalmente, em amplo sentido)
e que a UE é uma Integração Stricto Sensu (sentido específico, oposto de amplo).

O FMI é um exemplo de cooperação econômica.

Na América Latina, diz-se que há cooperação econômica quando 2 ou mais países somam esforços e ações para a realização de projetos cujos benefícios se compartilham, mesmo que não haja tratamentos preferenciais entre eles.

Vamos diferenciar agora os tipos de integração.:

1) Em uma Zona de preferência comercial, os participantes colocam a mesma tarifa para alguns produtos.
2) Em uma Zona de livre comércio, os participantes eliminam totalmente as tarifas para alguns produtos.
3) Em uma União Aduaneira, há a adoção de uma tarifa externa comum e a livre circulação de mercadorias oriundas dos países participantes.
4) Em um mercado comum é liberada a circulação dos fatores de produção, aplicando-se 4 liberdades:
* livre troca de bens
* livre comércio de serviços
* livre circulação de pessoas
* liberdade de circulação de capitais
5) Em uma União econômica e monetária, os países que estabelecem mercado comum concordam harmonizar suas politicas econômicas nacionais.

Dizemos que a cooperação é um estágio para a integração. Ter uma cooperação não significa dizer que não existe competição entre os países membros. Pode sim existir, para estimular o desenvolvimento.
Uma cooperação não precisa ser formalizada, nem precisa de instituições, pode ser apenas um discurso diplomático que a faça existir, por exemplo.

Chamamos de Regionalismo, países próximos que se relacionam.
Existia antes o Regionalismo fechado, mas hoje, apenas o aberto funciona, onde os países membros dão preferência aos países do bloco, mas comercializam com países externos também.

Interdependência Complexa -> Quando os Estados estão tão ligados a ponto de qualquer decisão que tomem, influenciar os outros, fazendo aparecer uma interdependência entre eles.
Dizemos que a União Aduaneira é o primeiro estágio de uma forte união.

REGRA DA ORIGEM: os países do bloco podem comerciar com outros países extra-bloco, mas têm de manter os produtos do país extra-bloco, dentro do seu território, sem passar aos outros.


MERCOSUL

No Mercosul, não tem livre circulação de mercadorias. Ultrapassou o nível de União Aduaneira, mas não chegou ao nível de Mercado Comum perfeito.
O Mercosul tem suas raízes no Tratado de Assunção, em 1991 entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, onde os países resolveram se juntar e cooperar com a finalidade de alcançar a integração econômica e social do bloco para competir no mercado internacional. Esse tratado estabeleceu livre comércio e TEC.
No Mercosul temos o
1) Conselho Mercado Comum, onde acontece o processo decisório, legislativo.
2) Grupo Mercado Comum, que executa tarefas diferenciadas.
3) Comissão de Comércio do Mercosul, que é a parte comercial e financeira do bloco.
4) Secretaria Administrativa, que é parte importante nas execuções e recomendações do bloco.

O mais próximo de uma supranacionalidade no bloco, seria o Tribunal Permanente de Revisão, que resolve controvérsias entre os países.
O Parlasul é a representação do institucionalismo no Mercosul e tem como objetivo ampliar a cooperação entre os Estados membros e consolidar a formação de uma consciência pela integração. Sua importância relaciona-se com a promoção de credibilidade institucional do bloco e das tomadas de decisão baseadas na democracia.

Existem algumas teorias que explicam o processo de integração.
Cabe às instituições criar instituições que equilibrem os desequilíbrios entre os países.

TEORIA FUNCIONALISTA OU SPILL OVER:
Um dos seus fundadores é David Mitrany.
Ele havia sugerido a necessidade de buscar a cooperação internacional para poder instalar um sistema de paz, mediante a criação de instituições que poderiam cumprir as funções que os Estados não poderiam assumir sozinhos.
A cooperação em determinados setores faz com que haja cooperação em outros setores. Há um transbordamento (Spill Over) de cooperação.

TEORIA NEOFUNCIONALISTA:
Pegou do funcionalismo a estratégia de integração setorial, adicionando elementos de transferência de soberania às instituições supranacionais, que começariam por setores estratégicos até chegarem no âmbito político.
As condições necessárias para isso seriam:
1) simetria econômica entre os participantes;
2) pluralismo político, mas com homogeneidade de ideias das elites;
3) capacidade dos Estados de adaptar-se e correponder-se politicamente;

NEOINSTITUCIONALISMO:
Segundo Keohane, autor da teoria neoinstitucionalista, as organizações internacionais podem modificar o comportamento dos Estados, mas não anulam seus interesses. As instituições existem para reduzir os riscos nas relações entre os Estados. Elas reorganizam.

Bem, isso é um pouco do que aprendemos nesta matéria, administrada pela Professora Cintiene Sandes.
Integração Regional - 4º período
Defesa e Gestão Estratégica Internacional

Boa prova a todos!