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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Quarto Período

Direito Internacional Público
Professora Sayonara
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4797456H5

Direito internacional e direito interno; proteção da dignidade humana, direitos humanos; limites na conduta de guerra, proteção de não combatentes; Direito Internacional Privado: legislação,  normas, acordos que delimitam as disputas em um contrato entre empresas que estão em diferentes países.

Integração Regional
Professora Cintiene Sandes

Teorias da integração regional; as etapas da integração regional; histórico dos processos de integração regional nas diversas regiões do globo; o regionalismo e a globalização; os efeitos práticos da integração regional: os aspectos jurídico, político, econômico e sócio-cultural. As variáveis domésticas e o impacto nos processos de integração regional. Sociedade civil e os blocos regionais.

Segurança Pública
Professor Henrique Paiva

Políticas de segurança pública: as diferentes perspectivas; violência e criminalidade na sociedade brasileira; identificação de ameaças; agentes de segurança pública; crime organizado; sistema nacional de segurança pública; defesa civil; ameaças e a segurança pública no Rio de Janeiro.

Guerra Civil e Assimétrica
Professora Sandra Becker


Conceitos e definições; diferenças entre guerras convencionais e guerras civis e assimétricas; estratégias de defesa em situações de assimetria de poder; Instituições, Comando e Controle, Armas Combinadas, Inteligência, Infantaria, Blindados, Artilharia, Força Aérea, Marinha, Batalha Terrestre, Batalha Aérea e Batalha Naval; estudos de casos comparativos de guerras assimétricas e civis.

Bioética e Defesa
Professora Sandra Becker

Introdução à Ética e Bioética: elementos conceituais, teóricos e metodológicos.  A Biopolítica e os Direitos Humanos no âmbito da Defesa: principais abordagens e discussões bioéticas. Biossegurança: conceito, regulamentação, questões bioéticas atuais para a defesa. Biodefesa: o uso de armas químicas e biológicas; bioterrorismo/bioviolência; guerra e estados de violência; guerra. Ética em pesquisa em seres humanos e animais: Histórico; fundamentos e regulamentação, nacional e internacional; discussões contemporâneas sobre ética em pesquisa. Ética Ambiental: principais abordagens e questões bioéticas.

Análise de Dados
Professora Claudia
Professor Andre

Análise de Dados. Introdução à Análise de Dados. Tabelas e Gráficos. Medidas de posição. Medidas de dispersão. Probabilidade. Distribuição de Probabilidade Normal. Distribuição Amostral da Média. Estimação da média populacional. Tamanho amostral. Estimação da proporção populacional. Tamanho amostral.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Enem 2014

Até as inscrições de enem se abrirem, vou ter colocado as ementas das disciplinas que faltam e a grade dos próximos períodos. Apenas estou afastada devido as provas intensas e trabalhos.
Já aviso, não é moleza pra quem quer ser alguém na vida não...
Fazer faculdade e pegar um diploma é fácil.
Adquirir conhecimento é muito mais difícil e é isso que importa no final das contas.
Boa noite!!!

horários das aulas

A pedido da coordenadora do curso, Maria Isabel, estou comunicando que os horários que postei estão sujeitos a mudanças e que as aulas podem mudar de dia dependendo da disponibilidade de cada professor durante os períodos que seguem.

sábado, 30 de novembro de 2013

Ministério da DEFESA

Aconselho a todos que desejam entender um pouco o mercado de trabalho para DGEI a lerem o seguinte artigo a fim de entenderem melhor como funciona e o que faz o Ministério da Defesa.
Apesar de ser formado por militares e pelas Forças Armadas, os civis também possuem papel muito importante e as informações seguintes podem explicar um pouco como funciona:

http://www.cgu.gov.br/publicacoes/prestacaocontaspresidente/2011/Arquivos/Parte-IV/4.7.pdf

Pode ser chato ler tudo, eu sei.
Mas faculdade é ler.
Em DGEI, tem que ler muito se quiser ser um bom profissional.
Comecem a praticar o quanto antes processos de leitura dinâmica.

Boa noite a todos!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Fotos III SDGEI

Por: Dominique Marques - Aluna de Roraima apresenta seu trabalho vencedor
Por: Dominique Marques - Entrega do prêmio
Por: Dominique Marques : Plateia
Por: Dominique Marques - Palavra da coordenadora do curso de DGEI, Maria Isabel



Por: Dominique Marques 

Por: Dominique Marques 
Por: Carolina Brandão

Por: Dominique Marques - Coffee-Break Final

Por: Dominique Marques

Por: Dominique Marques 

Por: Dominique Marques 



Por: Dominique Marques - Plateia com a presença de duas organizadoras do evento


Por: Carolina Brandão - Organizadores do evento 
Finaliza-se então a III SDGEI.
Um parabéns a todos e até ano que vem!
IV SDGEI.

Curtam a SDGEI nas páginas:

https://www.facebook.com/semana.dgei?fref=ts


https://www.facebook.com/SDGEI?fref=ts

Uma visão sobre as palestras

Um resumo das palestras:

A semana contou com a presença de alunos de DGEI e interessados, fora do curso.
A maioria dos palestrantes compareceu e tenho certeza de que as palestras foram importantes para agregar conhecimento a todos os presentes.
Embora nosso curso seja distinto da área militar, ainda temos que adquirir muito conhecimento vindo de quem sempre esteve com a permissão de cuidar de Defesa.
Defesa é um assunto muito sério para ser objeto de cuidado apenas dos militares, afinal, os civis comandam as presidências dos 3 poderes.

O palestrante Frank Márcio da ABIN salientou que a ABIN pode ser o destino de muitos dos graduandos em DGEI. Também disse que espionagem sempre se trata de algo secreto e que, na teoria, é muito bonito dizer que não se faz espionagem, mas que na prática, todos já sabem que existe a espionagem como aconteceu nas acusações aos Estados Unidos recentemente. É uma questão de estratégia. O campo cibernético, as informações de sites é o único local onde os Estados Unidos não possuem soberania, então, eles acabaram por optar usar dessa estratégia para continuar mantendo sua homogeneidade.
A opinião dele é que mesmo parecendo que uma atitude que venhamos a tomar não afete a ninguém, ela sim, afeta de fato e que, por isso, o melhor é sempre agir corretamente, cada um fazendo a sua parte.

Alunos de DGEI dentro dos territórios militares
Muitos dos alunos de DGEI já participam de grupos de pesquisa na EGN, onde lá também participam de diversos jogos onde ocorre a simulação de casos específicos relacionados a Defesa ou outros assuntos.
Logo, tentarei fazer uma entrevista com pesquisadores da Escola de Guerra Naval (EGN) para explicar melhor a atividade destes alunos lá.

Como grande destaque na área mais diplomática, temos a última mesa, que tratou das questão das Malvinas, com a presença do Cônsul Argentino Sebastian D`Alessio.
                                         Por: Carolina Brandão


Tivemos a introdução do assunto com o nosso Professor Eduardo Crespo e o desenvolvimento com o palestrante Lucas Barreiros, de Harvard.
Foi salientado que o povo residente neste território (2 mil habitantes) tem o direito de se sentir argentino ou não e que no último censo realizado, foi perguntado aos habitantes como se sentiam, se se sentiam argentinos ou ingleses.
Mas que também, por direito, este território é sim, argentino, devido aos Tratados já pré-estabelecidos ao longo da história e que, os países do cone Sul, deveriam se unir para fortalecer a Argentina neste caso, que se torna uma questão regional, visto que seria uma grande perda um controle europeu em mares sul-americanos. É uma questão estratégica de Defesa para a própria região como um todo.





Palestrantes da III Semana de Defesa - IIISDGEI

A III Semana de Defesa contou com a participação de palestrantes e minicursos.
Dentro os palestrantes, estiveram presentes:

- Ten-Cel Eduardo Migón (ECEME)

- Cel Rafael Mallorca (ECEMAR) - Desafios para a Defesa no Séc. XXI



- Miguel Borba (UFRJ)

- Maira Siman (PUC-RIO)                         - Intervenções militares do Brasil no exterior: O caso da                                                                                                              MINUSTAH
- Ten-Cel C. Alberto Cavalcanti



- Cel Leite (UNIFA) - O pré-Sal na China pela perspectiva chinesa


- Juliana Foguel (UFRJ)

- Renato Grigorovski (Corpo de Bombeiros)              -   Gestão de Crises

- André Franco (ACADEPOL)

- Antônio Bodestein (UFF)



- Felipe Medeiros (Altrius Group) - Empreendedorismo em Defesa

- Frank Márcio (ABIN) - Atuação da ABIN na Defesa dos interesses nacionais

- General Megid - Operações Interagências



- André Beirão (EGN)

- Thomas Heye (UFF)    
                                                         Pós-Graduação em Defesa e Estudos Estratégicos para civis
- Adriana Marques (ECEME)

- Cel Leite (UNIFA)



- Ana Garcia (PUC-RIO) - A internacionalização de empresas brasileiras

- Jairo Soterio (EMBRAER) - Defesa e Segurança

- Walfredo Bento (AMAN) - Guerra Cibernética



- Ariel Mendonça (ABIN)

- Miguel Borba (UFRJ)                        - A comunidade de inteligência brasileira: Espionagem para quê e                                                                   para quem?
- Henrique Paiva (UFRJ)



- Dr. Eduardo Sol (UNIFA) - Estabilidade Regional na América do Sul
- Almirante Campos - Uma visão da China



- Lucas Barreiros (HARVARD)

- Eduardo Crespo (UFRJ)                            - A questão das Malvinas, um assunto de Defesa argentino,                                                                            regional e Global

- Cônsul Sebastian D´Alessio (Argentina)


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

III Semana de DGEI, parte 1






A III Semana de Defesa é um evento criado por alunos e para alunos de DGEI, aberto ao público interessado, é claro.
A semana foi muito importante para abrir os horizontes de todos os presentes.
Com palestras desde o período da manhã até as 19 horas, o evento também contou com mini-cursos muito interessantes.
Aqui encontram-se algumas fotos do local do evento, no auditório Roxinho, no CCMN, Campus do Fundão - UFRJ
Em breve postarei um resumo do evento!

Aguardem!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Entrevista com Rafael Felício Jr.

Um dos meus objetivos neste Blog é expor a visão dos alunos a respeito do curso.
Acho interessante expor artigos sobre assuntos relacionados ao tema de defesa, política internacional, economia, ou qualquer coisa que tenha a ver com o que estudamos, porém, ainda não é este o foco neste Blog. Gosto da ideia de ser um Blog expositivo do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional (UFRJ), justamente para sanar dúvidas dos interessados.

Desta vez, fiz uma entrevista com um aluno de DGEI.
Escolhi este aluno devido ao fato de ele já ser graduado em outro curso, no caso, Direito e então, saber dele por que veio para o curso de Defesa, quais seriam as vantagens que ele enxerga no curso, quais os problemas, qual sua expectativa, enfim, o porquê de ter escolhido DGEI.

Rafael Felício Jr. tem 33 anos e é aluno de DGEI desde 2011.1, formado em Direito em 2007 e curte fazer vestibulares para não se sentir enferrujado.
 Certa vez decidiu fazer o enem e não resistiu ao jogo de "ver no que passo" na lista do SISU, então, escolheu a cidade, no caso, Rio de Janeiro e ficou sabendo do curso de DGEI.
 Ele disse já haver um interesse pelo assunto desde antes e quando ficou sabendo, decidiu se inscrever.  Citou o fato de haver na época ainda assim, poucas fontes sobre o curso e ter pesquisado muito a fundo no site da própria UFRJ para descobrir um pouco sobre as ementas das matérias.
 Devido a falta de informação, Rafael pensou que o curso de DGEI era um curso tecnólogo.

O curso de DGEI passou por uma mudança de grade em 2012.1 e Rafael diz que preferia a grade antiga, mas que, mesmo assim, está aproveitando o curso atualmente e também, que foi muito bem recebido pelos demais alunos.

Algo que conversamos foi sobre as matérias que estudamos atualmente com a grade nova.
Rafael pensa que deveria haver mais matérias relacionadas especificamente à Defesa, pois estudamos economia, política, história, política internacional, e por exemplo, falta algo mais específico de Defesa.
Não significa militarizar o curso, porém, explicar melhor como são os instrumentos de Defesa do país, algo técnico mesmo.

"Falta falar mais de Hard Power, Forças Armadas ou armas. Um ministro da Defesa deve entender desse tipo de assunto."

Rafael deseja um dia se tornar um ministro da Defesa e disse que o conhecimento é o primeiro passo, daí a importância de conhecer o lado mais técnico de Defesa.

Como ministros são nomeados, perguntei se ele acredita se o curso de DGEI poderia complementar sua atuação no Direito e ele respondeu que no máximo ajudaria caso ele viesse a trabalhar com Direito Internacional um dia, mas que, atualmente, trabalha com Direito Civil e Direito Administrativo, porém, certamente ajuda em seu objetivo profissional.

Perguntei também se ele sente falta de matérias que mostrem mais nossos aprendizados na prática e ele respondeu da seguinte forma:

"Prática é fundamental para que a gente possa solidificar os conhecimentos teóricos. Até em Direito a prática faz falta. Os processos demoram muito e então, os estudantes chegam crus no mercado."

Ele citou que professores como Larissa Roseviks, de geopolítica, fazem iniciativas legais, como incluir cartas e mapas em aulas.

Eu, Dominique, particularmente, citaria também a aula de Gestão de Crises, matéria do 7º período, onde vemos a prática em sala de aula, com simulações semanais de gestão de crises, matéria administrada pelas professoras Ana Luiza Paiva e Juliana Foguel.

E então, esse foi o bate-papo que tive durante a III Semana de Defesa, que está acontecendo essa semana no prédio CCMN, UFRJ, Campus do Fundão.

Logo, postarei informações da Semana, com fotos do evento para os interessados.
Por enquanto, acompanhem a página do Facebook:

https://www.facebook.com/semana.dgei?fref=ts

E é isso. O importante é compartilhar experiências e acrescentar as ideias de outros a nós mesmos.

Andei lendo em um livro de psicologia que uma das formas de se atingir a felicidade é abrir-se a experiências novas. Só assim a pessoa consegue descobrir do que ela realmente gosta e assim, trilhar seu próprio caminho de felicidade. A felicidade está presente quando o ser humano "nasce" enquanto ser individual, quando ele descobre o que quer fazer durante sua vida. Os demais, estarão expostos a uma possibilidade de frustração particular, por assumirem uma postura obediente a modelos externos à sua própria individualidade de evolução pessoal.

Há quem experimente o novo. 
DGEI!

Desbravadores de Defesa e Gestão Estratégica Internacional, um parabéns a nossa semana e boa noite!





quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Últimas chamadas III Semana de DGEI

http://www.semanadefesa.com.br/

PROGRAMAÇÃO JÁ NO SITE:

http://media.wix.com/ugd/a36564_a7eb8e9f6e2146fbb8bcc0bd60f99a47.pdf

Terceiro Período de DGEI

SEGUNDA FEIRA

SISTEMA INTERESTATAL CAPITALISTA - 17:50 - 21:50
PROFESSOR MIGUEL BORBA DE SA
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4230480Z2

TERÇA FEIRA

HISTÓRIA DOS GRANDES CONFLITOS - 17:50 - 21:50
PROFESSORA MARIANNA KALIL (Currículo Lattes já citado)

QUARTA FEIRA

HISTÓRIA DOS GRANDES CONFLITOS TURMA B - 13:50 - 17:50
PROFESSORA MARIANNA KALIL

POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA II - 17:50 - 21:50
PROFESSORA MARIANNA KALIL

QUINTA FEIRA

INSTITUIÇÕES JURÍDICAS INTERNACIONAIS - 17:50 - 21:50
PROFESSOR ELIDIO ALEXANDRE BORGES MARQUES
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4211655A3

SEXTA FEIRA

ESTUDOS MIGRATÓRIOS - 17:50 - 21:50
PROFESSORA ANA LUIZA BRAVO E PAIVA
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4146632A3

Integração Regional

Hoje vou fazer diferente.
Como forma de mostrar o que aprendemos, vou mostrar um resumo explicativo para a prova de hoje, de Integração Regional, matéria do 4º período de DGEI.
Logo, coloco a ementa desta matéria, junto com os horários do 4º período.

Aprendemos que Cooperação é diferente de Integração entre países.
Uma cooperação busca reduzir qualquer perda, harmonizar políticas e reduzir discriminações entre os países cooperantes.
Não possui instituições para mantê-la, enquanto a Integração necessita destas instituições para existir.

Partindo de Cooperação e indo até o nível de Integração, temos os seguintes passos:

1) Zonas de Preferência Comercial
2) Zonas de Livre Comércio
3) União Aduaneira
4) Mercado Comum
5) União econômica e Monetária

O nível de comprometimento vai aumentando do 1 ao 5.
Como exemplo de Zona de Livre Comércio, temos o NAFTA. E exemplo de União econômica e monetária, temos a União Europeia.

A União Europeia foi a mais bem sucedida até hoje.
Porém, para se manter uma integração, é preciso jogo de cintura para lidar com tantos problemas e ainda assim se manter de pé.
Alguns exemplos de quase fim da UE, são o espaço Schengen, que permite a livre circulação dentro dos países membros de habitantes nativos de qualquer país da UE e outro é a recente crise econômica.
Recentemente, a Itália aceitou receber refugiados da primavera árabe, através da Ilha de Lampedusa. Estes refugiados, uma vez dentro da UE, foram para outros países, o que gerou crise, pois outros países questionam o fato de a Itália ser responsável por estes imigrantes e não, eles, embora seja ético no sistema Internacional receber refugiados.

Os processos de Integração ganharam destaque no pós segunda guerra, de forma a evitar disputas comerciais que viessem a causar novas guerras.

Uma integração pode ser binacional, regional ou multilateral, dependendo do alcance geográfico.
Também são divididas em Deep Integration e Shallow Integration. O que diferencia uma Integração Profunda de uma Integração rasa, é o nível de comprometimento entre os países integrados.
Em uma Deep Integration, assuntos como educação, trabalho e colaboração fiscal se tornam um só interesse entre os países membros.

Dizemos que o Mercosul é uma cooperação Lato Sensu (literalmente, em amplo sentido)
e que a UE é uma Integração Stricto Sensu (sentido específico, oposto de amplo).

O FMI é um exemplo de cooperação econômica.

Na América Latina, diz-se que há cooperação econômica quando 2 ou mais países somam esforços e ações para a realização de projetos cujos benefícios se compartilham, mesmo que não haja tratamentos preferenciais entre eles.

Vamos diferenciar agora os tipos de integração.:

1) Em uma Zona de preferência comercial, os participantes colocam a mesma tarifa para alguns produtos.
2) Em uma Zona de livre comércio, os participantes eliminam totalmente as tarifas para alguns produtos.
3) Em uma União Aduaneira, há a adoção de uma tarifa externa comum e a livre circulação de mercadorias oriundas dos países participantes.
4) Em um mercado comum é liberada a circulação dos fatores de produção, aplicando-se 4 liberdades:
* livre troca de bens
* livre comércio de serviços
* livre circulação de pessoas
* liberdade de circulação de capitais
5) Em uma União econômica e monetária, os países que estabelecem mercado comum concordam harmonizar suas politicas econômicas nacionais.

Dizemos que a cooperação é um estágio para a integração. Ter uma cooperação não significa dizer que não existe competição entre os países membros. Pode sim existir, para estimular o desenvolvimento.
Uma cooperação não precisa ser formalizada, nem precisa de instituições, pode ser apenas um discurso diplomático que a faça existir, por exemplo.

Chamamos de Regionalismo, países próximos que se relacionam.
Existia antes o Regionalismo fechado, mas hoje, apenas o aberto funciona, onde os países membros dão preferência aos países do bloco, mas comercializam com países externos também.

Interdependência Complexa -> Quando os Estados estão tão ligados a ponto de qualquer decisão que tomem, influenciar os outros, fazendo aparecer uma interdependência entre eles.
Dizemos que a União Aduaneira é o primeiro estágio de uma forte união.

REGRA DA ORIGEM: os países do bloco podem comerciar com outros países extra-bloco, mas têm de manter os produtos do país extra-bloco, dentro do seu território, sem passar aos outros.


MERCOSUL

No Mercosul, não tem livre circulação de mercadorias. Ultrapassou o nível de União Aduaneira, mas não chegou ao nível de Mercado Comum perfeito.
O Mercosul tem suas raízes no Tratado de Assunção, em 1991 entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, onde os países resolveram se juntar e cooperar com a finalidade de alcançar a integração econômica e social do bloco para competir no mercado internacional. Esse tratado estabeleceu livre comércio e TEC.
No Mercosul temos o
1) Conselho Mercado Comum, onde acontece o processo decisório, legislativo.
2) Grupo Mercado Comum, que executa tarefas diferenciadas.
3) Comissão de Comércio do Mercosul, que é a parte comercial e financeira do bloco.
4) Secretaria Administrativa, que é parte importante nas execuções e recomendações do bloco.

O mais próximo de uma supranacionalidade no bloco, seria o Tribunal Permanente de Revisão, que resolve controvérsias entre os países.
O Parlasul é a representação do institucionalismo no Mercosul e tem como objetivo ampliar a cooperação entre os Estados membros e consolidar a formação de uma consciência pela integração. Sua importância relaciona-se com a promoção de credibilidade institucional do bloco e das tomadas de decisão baseadas na democracia.

Existem algumas teorias que explicam o processo de integração.
Cabe às instituições criar instituições que equilibrem os desequilíbrios entre os países.

TEORIA FUNCIONALISTA OU SPILL OVER:
Um dos seus fundadores é David Mitrany.
Ele havia sugerido a necessidade de buscar a cooperação internacional para poder instalar um sistema de paz, mediante a criação de instituições que poderiam cumprir as funções que os Estados não poderiam assumir sozinhos.
A cooperação em determinados setores faz com que haja cooperação em outros setores. Há um transbordamento (Spill Over) de cooperação.

TEORIA NEOFUNCIONALISTA:
Pegou do funcionalismo a estratégia de integração setorial, adicionando elementos de transferência de soberania às instituições supranacionais, que começariam por setores estratégicos até chegarem no âmbito político.
As condições necessárias para isso seriam:
1) simetria econômica entre os participantes;
2) pluralismo político, mas com homogeneidade de ideias das elites;
3) capacidade dos Estados de adaptar-se e correponder-se politicamente;

NEOINSTITUCIONALISMO:
Segundo Keohane, autor da teoria neoinstitucionalista, as organizações internacionais podem modificar o comportamento dos Estados, mas não anulam seus interesses. As instituições existem para reduzir os riscos nas relações entre os Estados. Elas reorganizam.

Bem, isso é um pouco do que aprendemos nesta matéria, administrada pela Professora Cintiene Sandes.
Integração Regional - 4º período
Defesa e Gestão Estratégica Internacional

Boa prova a todos!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

III Semana de Defesa


Venham para a semana de Defesa e inscrevam-se nos minicursos!

Durante a terceira Semana de Defesa e gestão Estratégica Internacional, teremos os seguintes minicursos:

  • O Brasil no Cenário Internacional Presente e Futuro: Defesa e Estratégia -  Dr. Claudio Correa e Bernardo Monteiro  (Terá sua primeira parte na terça-feira e dará continuidade na quarta-feira)


  • Intuição e Análise em Tomada de Decisão - Dr. Marcos Avila (Acontecerá somenta na terça-feira)


  • Gerenciamento de Desastres - Dra. Andréia Pereira Escudeiro (Acontecerásomente na quarta-feira)


  • Os Interesses Brasileiros na Regulação do Uso do Mar: A Amazônia Azul e o Direito do Mar -  Capitão-de-Mar-e-Guerra André Panno Beirão (Acontecerá somente na terça-feira)

  • Introdução ao Direito Internacional Humanitário - Tenente-Coronel Flammarion (acontecerá somente na quarta-feira)

 Mais informações no site:


Terceira Semana de Defesa

Neste mês, o curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional estará apresentando a III Semana de Defesa, no Campus do Fundão, UFRJ, entre os dias 11 e 14 de novembro.

Para mais informações, acessem a página do Facebook

https://www.facebook.com/events/640267239327388/?previousaction=join&source=1

Ou o site:

 http://www.semanadefesa.com.br/

A Semana de Defesa e Gestão Estratégica Internacional (SDGEI) é um projeto dos alunos da graduação em parceria com a UFRJ, professores, laboratórios e empresas. Chega este ano em sua 3ª edição com o tema:

A Estratégia Brasileira de participação nos


 temas de Defesa e Segurança.

Vale à pena ir!


Ementas da disciplinas do Segundo Período

Teorias de Segurança e Defesa 
Noções gerais de política e estratégia; teorias de segurança e defesa: Sun Tzu, Carl Clausewitz, Maquiavel, Kenneth Walttz, Raymond Aron, Barry Buzan etc O debate contemporâneo da segurança internacional, segurança internacional multifatorial.


Metodologia da Pesquisa Científica I
A busca e formação do conhecimento. Os diversos tipos de conhecimento. O método científico. Tipos de pesquisa. Elaboração, apresentação de trabalhos técnico-científicos e divulgação (projeto, relatório, resumo, pôster, monografia e artigo científico). Ética em pesquisa. Produção científica no campo de Defesa e Gestão Estratégica Internacional.

Macroeconomia
Noções básicas sobre os agregados macroeconômicos: conceito de moeda e agregados monetários, noções de contabilidade social; conceitos e medidas de inflação e de emprego; Introdução à determinação do produto numa economia fechada: produto de equilíbrio e o multiplicador; o setor governamental, déficit do governo e política fiscal; política monetária, taxas de juros e a determinação do produto; Introdução à determinação do produto numa economia aberta: noções sobre taxa de câmbio e regimes cambiais; demanda agregada e determinação do produto numa economia aberta; noções de política econômica numa economia aberta.

Economia Política Internacional
Formação do sistema interestatal capitalista; debates sobre as origens do capitalismo; A evolução da interação entre Estado e mercado no Sistema Internacional, principais correntes teóricas da Economia Política Internacional; o debate sobre a estabilidade hegemônica; Regimes Monetários e Financeiros Internacionais e Relações de poder Internacionais; Blocos regionais e processos de integração em perspectiva histórica; Principais debates sobre as perspectivas do sistema econômico internacional.

Política Externa Brasileira I
O Império: as relações internacionais brasileiras entre 1822 e 1889. A relação com a Região Platina. A Guerra do Paraguai. A expansão das fronteiras: a ação do Itamaraty. A consolidação do ciclo exportador de café. A escravidão como fonte de crises internacionais. A relação com a Inglaterra. A influência francesa. A relação com os Estados Unidos. A crise do Império e seus efeitos sobre as relações internacionais brasileiras: crise ou continuidade? A República: O advento da República e a reorientação da política externa. A ação internacional do Rio Branco. As relações com os Estados Unidos. O Brasil e a Primeira Guerra Mundial. A candidatura do Brasil a um assento permanente na Liga das Nações. De Vargas à Política Externa Independente. A qüidistância pragmática. Dutra e o alinhamento na Guerra Fria. JK e o início da diplomacia brasileira contemporânea. A Política Externa Independente.


Ementas das disciplinas do Primeiro Período

Análise de sociedade e Estado

A proteção dos Direitos Fundamentais como limite ao Poder do Estado. Os Direitos constitucionalmente garantidos e suas garantias. O Princípio da Igualdade. O Princípio da Legalidade. Os Direitos Individuais e coletivos. Liberdade Sindical. Nacionalidade e Cidadania. Os Partidos Políticos e os Direitos Políticos. Liberdade de Iniciativa e Propriedade Privada. Os Direitos Econômicos e Sociais. O papel da sociedade na efetivação dos Direitos.

Fundamentos da economia

Introdução à História do Pensamento Econômico; Microeconomia: teoria de preços, diferentes enfoques sobre o papel da concorrência e as estruturas de mercado; Introdução às teorias do Desenvolvimento e do Comércio Exterior.

Interpretações do Brasil

Pensamento social no Brasil: Florestan Fernandes, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre, Celso Furtado, Darcy Ribeiro; elementos histórico-culturais para a formação da cultura brasileira; instituições políticas no Brasil; partidos políticos e eleições: interpretações e debates; relações Executivo-Legislativo; federalismo.

Introdução ao Estudo da Defesa

A evolução do conceito de defesa: da “segurança nacional” na Guerra Fria ao conceito abrangente de “security”. O papel da ameaça militar. Outras ameaças não-militares: meio-ambiente, terrorismo, epidemias, etc. Proliferação de armas nucleares. A ameaça das armas biológicas. O conceito de estratégia de defesa. Democracia e estabilidade internacional. Segurança humana. O problema das migrações internas. O crescimento das forças privadas de segurança. O papel das ONGs e das empresas multinacionais.

Teoria das Relações Internacionais


O surgimento das relações internacionais: a análise de E.H. Carr do período Entre-guerras. A análise realista clássica. A análise realista moderna. O realismo estratégico. A visão liberal. O construtivismo. As organizações internacionais. O papel das organizações não-governamentais no cenário internacional. Globalização e Relações Internacionais. As Relações Internacionais no Século XXI.

Geopolítica 
Geografia política e geopolítica. Abordagem contemporânea da geografia do poder, Estado, Nação e Território: concepções clássicas e contemporâneas. O Estado local, a política e a gestão do território.

domingo, 27 de outubro de 2013

O que os alunos de DGEI andam fazendo?

A primeira turma de DGEI vai se formar neste ano.
Dúvidas crescentes, com certeza rondaram a cabeça de muitos alunos durante estes 4 anos.
São pessoas que acreditaram, pessoas corajosas, que seguiram em frente e decidiram levar o curso até o fim, dando um voto de confiança ao novo curso da UFRJ.
Meus parabéns a todos que decidiram levar o curso de Defesa a sério. Aos que acreditaram, acima de tudo!
Muitos de nós passamos por dúvidas sobre o futuro profissional e isso é algo que nos acompanha ainda por muito tempo.
São diversas as pressões que sofremos.
A sociedade acaba impondo um modelo de sucesso, nem sempre atingido por todos, e em todas as profissões.
Alguns atingem o modelo padrão de sucesso, outros não.
Alguns ficam frustrados por não conseguirem atingir tal objetivo, outros arrumam outros padrões de sucesso para alcançar.
A maioria dos pais desejam que os filhos trilhem caminhos já conhecidos e que garantam o sucesso imediato.

...A casa, o carro, o" futuro garantido", como dizem...

Logo, seria melhor escolhermos a tríade Engenharia, Medicina e Direito.
São profissões sedimentadas, fortes.
Porém, o que seria do mundo sem outros profissionais?
É preciso abrir horizontes.
Estamos nos formando para trabalharmos em diversas áreas, dentre elas, organizações políticas. Somos sim, muito importantes.
Temos um curso multidisciplinar, que nos dá uma bagagem e tanta para encarar o mercado profissional.
Mas, apesar de tudo isso, ainda é difícil lutar contra a sociedade, ter de explicar o que somos, vencer preconceitos e mostrar o que queremos.
É algo que me causa orgulho, ver que a cada período, novos aventureiros entram para nosso curso e que a nota de corte para ser aprovado sobe a cada ano.
Somos um curso altamente competido pelos vestibulandos.
O mundo está se abrindo. As relações internacionais estão ganhando um novo ramo: Defesa e Gestão Estratégica Internacional, muito prazer!

Que bons ventos soprem para nós!
Está chegando a aprovação do curso pelo MEC!


Segundo Período de DGEI

Olá, Boa noite a todos!
Gostaria de avisar que estou providenciando o material das ementas, separadamente para cada período de Defesa e Gestão estratégica Internacional.
Estou, junto a secretaria, juntando as ementas, de modo que eu possa digitalizá-las e expor aqui neste blog.
Por enquanto, vou mostrar aqui a grade curricular do segundo período do curso.

SEGUNDA-FEIRA

Teorias de Segurança e Defesa - 17:50 - 21:50
Professor Henrique Paiva (Lattes citado no primeiro período)

TERÇA-FEIRA

Metodologia da pesquisa científica I - 17:50 - 21:50
Professora Maribel Carvalho Suarez
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4599606P0

QUARTA-FEIRA

Macroeconomia turma B - 13:15 - 15:15
Professor Daniel Negreiros Conceição
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4744107D0

Economia Política Internacional - 17:50 - 21:50
Professor Eduardo Crespo
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4275472P4

QUINTA-FEIRA

Política Externa Brasileira I - 17:50 - 21:50
Professora Mariana Kalil
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4456308T7

SEXTA-FEIRA

Macroeconomia turma B - 15:50 - 17:50
Professor Daniel Negreiros Conceição

Macroeconomia turma A - 17:50 - 21-50
Professor Daniel Negreiros Conceição

Gostaria de salientar que as aulas que constam como até 21:50, terminam mais cedo por conta da segurança na Cidade Universitária.
Os ônibus passam internamente sem problemas até às 22:00, depois disso, ocorre uma grande escassez, tornando o local periogoso, pois a Cidade Universitária é muito grande. Existem carros de policiamento rondando os pontos de ônibus depois de muitos pedidos dos estudantes, após inúmeros assaltos. Ainda há muito o que fazer para a melhoria da questão segurança na UFRJ, campus do Fundão, mas avanços já estão acontecendo. Eu, particularmente nunca vi nada de errado, nunca fui assaltada, mas acontece ainda, mesmo que pouco. É preciso tomar cuidado. No horário de 22:20, um ônibus interno UFRJ sai do Campus do Fundão e vai até a praça XV, passando pela Avenida Brasil e deixando alunos ao longo do caminho. É, quem sabe a última opção garantida de sair da Cidade Universitária à noite, já tarde.

Logo farei novas postagens sobre as melhorias na UFRJ, apresentando o Bandejão, o restante do curso de DGEI, e outras curiosidades...

Abraços a todos!

sábado, 28 de setembro de 2013

A lenda da linha 485.

Um dos meus objetivos neste blog é contar como é o dia-a-dia dos alunos, pelo o que passamos, quais são nossas lutas diárias.

Para quem mora na Tijuca, Zona sul, ou simplesmente precisa ir para o centro, a única linha é o famoso 485.

Esta linha liga Ipanema, desde a praça General Osório até a Penha. É um percurso muito longo para a pouca quantidade de ônibus que existiam.

Sempre esperei bastante tempo para pegar este ônibus, mas em uma sexta-feira, dia de trânsito mais caótico não sei porquê, fui para o ponto nada mais do que 15:12 da tarde e às 17:24 NENHUM ônibus da linha 485 havia passado.

Eu tinha aula às 18:00. Estava preparada para um possível desencontro, mas sinceramente, não conseguir ir para uma aula, saindo com 3 horas de antecedência, é um desaforo.

Botafogo até o Fundão, passando pelas ruas movimentadas, em geral demora 45 minutos. NO MÁXIMO. Exceto em casos muito extremos, como trânsito devido a acidentes que param um lado da pista e coisas do tipo. Sem trânsito, demora em torno de 18 minutos. Ou seja: saí de casa com bastante antecedência. Resultado: perdi uma aula. Mas, podia ter perdido uma prova.

Revoltada, pedi aos meus colegas ajuda pra reclamarmos dessa linha. Gostaria de salientar também, que aceito histórias de outras linhas para publicarmos aqui e procurarmos respostas das empresas.
Mandem para o e-mail: dominiquesouza@ufrj.br

Mas enfim, pedi para ligarem e reclamarem. O CA do nosso curso, nos pediu pouco tempo depois para preenchermos uma ficha a respeito da qualidade dos serviços de ônibus para a cidade universitária.

Coincidência ou não, criaram a linha 481, que faz o mesmo percurso do 485, porém, vai somente até Botafogo. Para quem mora em Botafogo, foi uma boa ideia, afinal, normalmente quando o 485 passava por lá, já faltava espaço até para entrar no ônibus, como em alguns horários de manhã ou por volta das 17:00, que muitas vezes nem dava para entrar.

Com um percurso menor, melhora até para quem mora em Laranjeiras, Flamengo... esses sim nunca iam sentados no 485.

No centro já existem outras opções para ir para o Fundão, como os ônibus que vão para a Ilha. O problema é que muitos desses depois de alguma certa hora da tarde não entram mais no Fundão.

Aos poucos, conseguimos melhoras. O 485B, que tem ar condicionado, era mais caro, agora está 2,75 como qualquer ônibus. Nós conseguimos a redução dos 0,20 nas passagens.
Não podemos deixar que as empresas cobrem e entreguem serviços de má qualidade sem reclamarmos.

Há pouco tempo, foi postado um vídeo de um motorista ameaçando um aluno da UFRJ. O motivo da briga não fica claro no vídeo, porém, fica claro o comportamento exagerado do motorista.

Os motoristas dirigem acima da velocidade, furam sinais, freiam bruscamente, ouvem música alta enquanto já existe lei contra isso, não param em todos os pontos. Muitos motoristas perguntam se "alguém vai para o Catumbi?", para evitar passar neste bairro e encurtar o caminho. E quem precisa ir para a UFRJ de lá?

É muito abuso.

Coincidência ou não, reclamamos e fizeram uma nova linha.

Há quem pense que apenas mudaram alguns 485 para 481 e que o número de ônibus continua o mesmo, porém, teríamos que fazer uma pesquisa mais profunda para descobrir isso. No momento, por enquanto, vamos comemorar. Mudaram alguma coisa por nós. Vamos tentar ver na prática se vão continuar passando, e com mais frequência linhas que ligam a zona sul ao Fundão.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Grade Curricular do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional

Vou começar apresentando a grade do primeiro período de Defesa.
Aos poucos, vou colocar o currículo Lattes de cada professor e então, as ementas das matérias.

SEGUNDA-FEIRA

17:50 - 19:50
Análise de Sociedade e Estado - Professora Valéria
Currículo - (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4732530P2)

19:50 - 21:50
Fundamentos da economia - Professora Valéria


TERÇA-FEIRA

17:50 - 21:50
Interpretações do Brasil - Professora Valéria


QUARTA-FEIRA

17:50 - 21:50
Introdução ao Estudo da Defesa - Professor Henrique
Currículo - (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4442221E1)


QUINTA-FEIRA

17:50 - 21:50
Teoria das Relações Internacionais - Professor Leonardo
Currículo - (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4737463H5)


SEXTA-FEIRA

13:50 - 17:50
Geopolítica (turma B) - Professora Larissa
Currículo - (http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4533389H2)

17:50 - 21:50
Geopolítica - Professora Larissa


É isso!
Em breve colocarei as ementas de cada matéria.

Folder de apresentação do curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional


O professor Henrique Paiva é novo no curso, porém, já vem contribuindo em muito para nós.
Ele organizou muitas coisas interessantes como apresentação e mercado de trabalho em um folder, de forma a nos esclarecer ideias e ajudar a divulgar o curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional.
Dêem uma olhada!
Basta clicar sobre as imagens para ficarem maiores.
Se necessário, basta salvar no computador e abrir no Adobe com zoom.
Coloquei o maior tamanho que possível suportado pelo blog.
Vale à pena ver!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Em que casos estudantes de DGEI seriam interessantes?

 Aqui neste blog, vou colocar opiniões de professores e alunos sobre um mercado de trabalho promissor para Defesa e Gestão Estratégica Internacional.

  Há professores realmente envolvidos com nossa inserção no mercado de trabalho e que estão fazendo materiais como vídeos, slides, além de aulas mais interativas com o propósito de nos dar uma ideia de como poderemos trabalhar.

 O curso de DGEI terá sua primeira turma formada em 2013, e no próximo ano e então, teremos uma real noção de como os jovens aventurados neste novo curso serão inseridos no mercado de trabalho. Neste vídeo que colocarei para vocês, dá para entender a falta de profissionais como nós no governo e empresas brasileiras.

 No último mês, o Brasil se encontrou como alvo de espionagem norte-americana e um dos casos de espionagem foi a empresa Petrobrás. No programa "Entre aspas" da Globo News, percebi as formas como um profissional da área de estratégia pode atuar. Os americanos cobiçam a tecnologia brasileira. Como o país pode se proteger dessa cobiça?

 Sobre este caso, a presidente Dilma afirmou: "O motivo não é segurança, mas interesses econômicos e estratégicos." 

  Os Estados Unidos possuem a boa estratégia de reservar seu petróleo e usar o petróleo de outros países.

  Sendo assim, quando acabar o "ouro negro", quem o terá, serão eles. Mas para isso, possuem um enorme poder militar; investem pesado em armamentos e por isso, são a maior potência militar do mundo.

 Logo, estão preparados para um combate a qualquer momento, até porque, isso facilita em muito a dominação de setores importantes e estratégicos de outros países.

 É como lidar com o valentão que rouba seu lanche na escola. Faça primeiro o que ele quer, depois pense em como derrubá-lo, e se não se preparar para isso, ele continuará roubando seu lanche porque é mais forte do que você. Por isso o Brasil tem que investir em Defesa e Estratégia para subir os degraus até o desenvolvimento.

  Se desenvolver não é apenas investir em educação, mas além disso, estudar formas de proteção a sua economia, dos recursos naturais, das empresas estratégicas. É preciso primeiro crescer, para saber lidar com os interesses de outros países e não, entregar o ouro para depois pensar em como tomá-lo de volta.

 Os países desenvolvidos fizeram, fazem e sempre que puderem, farão espionagens de modo a manter seu status quo. Querem se manter no topo, comandando as ordens de um mundo competitivo. Para isso, é preciso criar novas estratégias de proteção a esse tipo de caso, além de repensar as estratégias já antes criadas e que se encontram defasadas.

 O Petróleo é um dos principais setores estratégicos do país e caso, no futuro, seu preço caia bruscamente, por um possível surgimento de outra fonte de abastecimento que não ele, teremos um prejuízo de bilhões.

 O Brasil precisa aumentar seus investimentos em pesquisas para que estejamos à frente quando mudanças como essas acontecerem. E precisa além de tudo, de profissionais que saibam como fugir da espionagem que pode travar o desenvolvimento do país, criando sempre linhas de estratégias diferentes, para que assim, esteja cercado por todos os lados e continue se desenvolvendo enquanto país, enquanto economia e enquanto sociedade.

Vejam a matéria completa no link abaixo:
  http://globotv.globo.com/globonews/entre-aspas/v/especialistas-debatem-espionagem-americana-no-brasil-e-interesses-do-petroleo/2816232/

domingo, 8 de setembro de 2013

Por que escolhi o curso de Defesa e Gestão Estratégica Internacional?

Vamos começar.
Uma boa noite a todos!
Primeiro vou me apresentar e contar um pouco da minha história:

Nasci em Petrópolis, cidade média, localizada a 1 hora do centro do Rio de Janeiro. Nós, petropolitanos, costumamos pensar que sair de Petrópolis, é estar em meio a um tiroteio constante e ainda mais, vendados. É como atravessar uma rua sem olhar. Não sei se pessoas de outras cidades, menores que o próprio Rio de Janeiro pensam dessa forma também. Mas assim, crescemos com a influência de professores do Rio, nos colocando ideias de passar no vestibular para uma Federal. Estadual, que seja. "BUSQUE SEU SUCESSO! NÃO FAÇA PARTICULAR! AS PÚBLICAS SÃO MELHORES! O VESTIBULAR É UM FUNIL, SEJA UM DOS QUE PASSAM POR ELE!" É o tempo todo isso! E acaba sendo mais ou menos isso mesmo...

 Para mim, a federal abriu meus horizontes. Nada contra faculdades que não possuem critério nenhum para selecionar seus alunos. Afinal, há pessoas capazes de aprender história sem precisar saber de química. Mas o que me fascina mesmo é que na faculdade Federal, a gente vê de tudo. Aprendemos a ver homossexuais como algo normal, sem estranhamentos. Aprendemos que existem ricos e pobres. Aprendemos que pessoas misturadas, de todos os tipos, tendem a formar menos "grupinhos" do que pessoas que nascem, crescem e morrem em uma mesma cidade, em um mesmo ciclo de amizades.

Mudar de cidade é um experiência que todos os jovens deveriam viver.

 Não ter medo, ser firme e forte com suas convicções. Conversar, brigar, se for preciso, mas impor um sonho. Se for mesmo um sonho válido. Eu já tentei medicina, história, aliás (4º lugar na UERJ), (mas que não foi reconhecido porque não era medicina, diga-se de passagem...) e comunicação Social. Já pensei em Biologia Marinha quando estava no ensino médio. Medicina, no 3º ano. História, quando fiz meu cursinho. Comunicação Social - Jornalismo, também no cursinho.

O lance é: todo pai vai querer que o filho esteja na tríade medicina, engenharia, direito. O filho tem que ser doutor... Mas médico não é doutor se não tiver doutorado. E te digo mais: se só existissem essa três profissões no mundo, sinto dizer que não haveria organização política que vigorasse para comandar um país.

Bem... o que eu quero dizer é que toda profissão tem uma função. Encontre a sua! Mesmo que você escolha criar miniaturas de barcos com palitos de picolé, se você for mesmo um gigante, terá seu reconhecimento e um monte de escolas irão querer que você divulgue seu trabalho.
Encontre-se e ainda assim, saiba viver UM DIA DE CADA VEZ. Mas saia do lugar. Dê um primeiro passo, ainda que não enxergue o caminho todo. As coisas com o tempo se resolvem. Eu não tinha muita perspectiva se não fizesse comunicação social. Eu queria jornalismo, mas o vestibular não me aprovou. O enem resolveu mudar as regras de um jogo que eu jogava há mais de dois anos. Não deu certo. Mas o lado bom desse tal de enem é que a gente pode "brincar" de ver para qual curso podemos ser aprovados.

Eu nem sabia desse tal curso, DGEI. Faltavam fontes que me explicassem o que era. O quando explicavam, não era claro. Uma pessoa de 18 anos, que acaba de fazer vestibular não vai entender palavras como logística, por exemplo, em um texto com milhões de outras palavras difíceis, que está falando de um assunto já muito específico para um curso como esse.

Defesa e Gestão Estratégica Internacional não é como educação física, onde todo mundo sabe o que um professor disso faz.
TEMOS MUITAS OPORTUNIDADES E ALGUMAS, NEM SEMPRE SÃO CLARAS.
Mas voltando, eu vi esse curso na lista do SISU, gostei do nome, aliás, esse nome dá o que falar... depois eu conto. Procurei, fiquei sabendo um pouco e lá fui eu: feito cega em tiroteio. Temos uma grade parecida com a de Relações Internacionais, mas somos mais do que isso. Vou mostrar como DGEI (Defesa e Gestão...) é amplo. Mas assim, passei pra UFRJ. Que isso! Dei um grito na livraria que estava trabalhando ao receber uma mensagem no meu celular: "Você foi classificado. Vá até sua instituição de ensino e faça sua matrícula." Me pegaram no colo, quem comprava livros me deu parabéns e cara, é uma conquista muito boa. Foi a primeira de muitas outras.
Hoje, estou no 5º período e não me arrependo de ter entrado no curso. É a história que eu gostaria de estudar, de forma aplicada, e com muitos outros conceitos embutidos. Sempre gostei de história, mas sinceramente, não queria passar seis meses estudando só medieval. Quero ver a história aplicada e meus conhecimentos adquiridos para passar no vestibular me ajudaram a entender a faculdade hoje.
É isso que faz a diferença entre uma universidade que exige muito em seu vestibular e outras que não exigem tanto... Os alunos já entram "quentes", entende?

Na vida, escolha o caminho mais difícil. Ele te fará mais forte e mais conhecedor de si mesmo. Uma vida de marasmo não testa quem você é. Se eu tenho um orgulho, é usar minha carteirinha e jantar uma comida deliciosa por 2,00. É conquista minha. É usar a camiseta da primeira universidade federal do país, criada em 1920. É estar em uma das melhores universidades da América Latina.

 Por favor, não façam cursos que querem que você faça. Atire-se ao desconhecido, se assim for o seu desejo. Não tenha medo de mudar de cidade, de estudar o que ninguém estuda. Se é o que você quer, faça. Tenha parceiros para te darem força e siga com fé.

Essa foi apenas uma introdução a como eu fui parar nesse tal de DGEI aí... Vou usar esse blog para explicar as dificuldades que passamos, o que é o curso, quem são os professores, quais são as notícias que mais temos que ficar por dentro para acompanhar o curso, quais são os benefícios da UFRJ, o que falta melhorar, quais são os desafios de estar em um curso novo, qual o mercado de trabalho, qual é a nossa grade, o que estudamos, publicarei as ementas, como é o nosso prédio, como será o futuro previsto para o curso, tudo de uma forma simples e agradável de se ler. Espero que gostem. Desejo também poder ajudar a quem se interessa pelo curso e tirar dúvidas. Desejo poder dar forças a quem passa pela dificuldade que passei: ter a coragem de guiar o próprio caminho.